quinta-feira, 7 de junho de 2018

Cursos Online: Valem a pena fazer?

É comum que estudantes dos dias de hoje se questionem se vale a pena fazer cursinhos online; até porque muitos querem apenas para "encher" currículo, não pensam em aprender algo de fato.

No vídeo abaixo comento um pouco sobre esse drama que passa na vida de alguns universitários. Acompanhe comigo e não deixe de comentar sua opinião sobre o assunto:


Farei mais outro vídeo futuramente comentando sobre esse tema tão atual, tão nossa geração. Os cursos online já são uma realidade e não devem ser ignorados.


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Boa semana a todos!

sábado, 26 de maio de 2018

Desabafo de uma Estudante de História...

Hoje eu estava a conversar com meu marido sobre algo que me angustia como Estudante de História mas mais ainda a quem está nessa condição e encontra-se desempregado.

Há tendências estatais para a diminuição (e até completa eliminação) da disciplina "História" nas escolas brasileiras. E muitos me acham louca por empreender nessa jornada nesses tempos que lecionar História numa sala de aula está entrando em extinção.

Fim da História nas Escolas

Ontem mesmo ajudei a direção do meu colégio a organizar umas palestras sobre profissões e um professor de Geografia, conhecido meu, disse que as vezes é obrigado a dar aulas até de Gramática 😢

Acontece que não sei o que seria de mim sem essa escolha, sem a HISTÓRIA: Eu PRECISO acreditar que as coisas vão mudar, eu PRECISO acreditar que haverão novos concursos, que História será novamente valorizada e voltará aos currículos escolares, pois sem isto, eu não tenho combustível pra continuar.

Fico muito triste quando vejo professores atuantes dizendo que não haverão novos concursos, que a prefeitura está de mal a pior, que nossa profissão está fadada ao fracasso porque é esta vontade de ser professora que me move. Quero trabalhar com História, ser Historiadora caso for, mas nunca quis deixar a sala de aula. Estar com as crianças, os outros funcionários, os pais e toda comunidade escolar faz meus dias não terem rotina, levo alegria (e as vezes tristeza também) para casa, rio sozinha lembrando de coisas que aconteceu e quero que seja sempre assim. Já trabalhei em ambientes que só de lembrar me davam tristeza mas em escolas eu tenho muito mais a sorrir do que chorar.

Este é só um desabafo de quem tem medo do futuro, do professor de História torna-se objeto da História e não ser um ator no presente 💔

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A Verdade sobre os atuais Estudantes de Direito do Brasil

Esses dias ocorreu uma coisa que me levou a criar esse vídeo. Não o fiz na intenção de gerar polêmica nem pra afrontar a pessoa que fez tal afirmativa mas apenas pra mostrar um ponto de vista que somente os estudantes de Direito costumam enxergar.

Confira abaixo:


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terça-feira, 8 de maio de 2018

A mudança das palavras ao longo do Tempo

Antigamente quando você se definia uma pessoa justa e correta, você podia até se auto denominar "um cidadão de bem". Hoje em dia este nome, "cidadão de bem", virou sinônimo de sujeito hipócrita, que prega uma coisa e não faz. Este nome é muito usado pra indicar pessoas que normalmente pregam uma ideologia política conservadora, mas é o caso de uma expressão mais usada por determinado grupo social (não é uma expressão de significado unânime, de alcance geral).

Outro fato curioso a respeito da origem de certas palavras é entender e conhecer suas mudanças ao longo do tempo. Quando usamos a palavra "crioulo" para indicar uma pessoa de pele negra, estamos incorrendo em algo considerado ofensivo, mas esta palavra pode assumir diferente significado quando conhecemos sua origem. Explicando: quando da colonização espanhola na América no Sul, os "criollos" eram os filhos de espanhóis nascidos na América, pertencentes a uma elite econômica considerável na época.

Eu não sei como este nome tornou-se o que hoje consideramos repulsivo, mas é interessante saber que muitas palavras assumem novos significados ao longo do tempo e nossos atos sociais interferem muito nisto. Aliás, ainda hoje, existem condutas humanas que não são definidas com um nome exato, mas pode chegar a um momento futuro que se tornem objeto de nomeação/ definição.

Assim aconteceu com "homofobia", "gordofobia", e tantas outras palavras que hoje são usadas para definir uma conduta que já existe a muito tempo. O português é uma língua riquíssima e não é de hoje que prego pela valorização de sua fala (vamos evitar esses nomes em inglês que nos são empurrados diariamente).

Mas voltando a falar de semântica e das palavras, o preconceito com o gay sempre existiu na maioria das sociedades. E com o gordo também. Logo, criar uma palavra para definir isto não torna estes temas menos importante, ao contrário, serve para facilitar a identificação de um problema.

Acontece que muitos idiotas sentem-se ofendidos com essas nomenclaturas, acham que é exagero tocar nesse assunto e qualquer reclamação é chamada de "mimimi". Porém, independentemente destas palavras existirem ou não, estes problemas existem e estas pautas são reais.

Se você não é homofóbico nem gordofóbico, não tem porquê se doer, certo? A vontade de levar essas discussões a público não deveria incomodar quem alega não praticar esses atos de grosseria. Alias, tais condutas não devem ser consideradas mera opinião pois, opinião que não respeita o outro como ele é, é discurso de ódio, e deve ser punido com o rigor da lei.

Antes de dizer que qualquer reclamação sobre algo é mimimi, tente-se colocar no lugar daquele que discursa, o mundo está precisando mais disto, de pessoas que saibam se colocar no lugar do outro.