No vídeo de hoje vamos falar um pouco de História e a visão histórica sobre o Mercantilismo, o Capitalismo e o Socialismo. Sem mais discussões políticas, acompanhe abaixo:
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
Vídeo aula: HISTÓRIA - MERCANTILISMO - CAPITALISMO - SOCIALISMO
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Revolução Russa e a História
O advento da Revolução Russa tornou-se um importante marco na História, influenciando diversos acontecimentos no séc. XX. Na verdade, influencia até hoje, 2021.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Rússia despontou como potência e sua organização social baseava-se no modelo Marxista, ou seja, o governo soviético tentava implantar uma economia socialista para quem sabe um dia alcançar um ideal comunista.
Do outro lado, os Estados Unidos tentava semear a cultura capitalista, que ia de encontro ao que a União Soviética pregava. Esse embate ficou conhecido como Guerra Fria, mas para entende-lo melhor, você deve conhecer o que foi a Revolução Russa. E nesse vídeo eu compartilho um pouco desse tema tão importante na História.
domingo, 10 de outubro de 2021
HISTÓRIA - UM POUCO SOBRE A I GUERRA MUNDIAL
Nesta postagem quero dividir com vocês alguns pontos importantes sobre a Primeira Guerra Mundial. Tal assunto é cobrado intensamente nos vestibulares e Enem pois seu acontecimento influenciou diversos assuntos importantes e influencia até na atualidade.
Alguns pontos de destaque sobre a I Guerra Mundial:
- Ocorreu de 1914 a 1918;
- Era entendida como a Guerra que acabaria com todas as guerras (quanta ingenuidade)
- É entendida como uma disputa por colônias, sendo os principais nessa guerra Inglaterra, França e Alemanha;
- Tem como estopim (e desculpa) a morte do Príncipe Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro, assassinado em Saravejo (Bósnia);
- Um dos pontos de destaque da I Guerra Mundial é o desenvolvimento bélico e científico;
- É encerrada com o Tratado de Versalhes, em que Alemanha se sentindo prejudicada, desenvolve meios que culminam na II Guerra Mundial, em 1939;
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
O QUE É IMPERIALISMO?
Imperialismo é um conceito estudado na História e também na Sociologia, nas Ciências Políticas e até na Filosofia. Entende-se por Imperialismo a ideia de domínio de um povo ou nação sobre a outra. Esse domínio pode se dar de forma direta, violenta e opressora mas também de forma indireta, de forma cultural, apagando-se a cultura e modo de viver do povo ou país subjugado.
Nesse vídeo compartilho com vocês o Imperialismo na História, dos povos Europeus sobre nações colonizadas, mas entenda que a História não é uma ciência exata e que não existe mocinhos nem vilões: alguns países que hoje se curvam diante do Imperialismo Estadunidense, por exemplo, também já exerceram domínio sobre outros, em outras épocas.
Enfim, confira abaixo o tema Imperialismo dentro da História, cobrado nos principais vestibulares e Enem:
domingo, 15 de agosto de 2021
SOCIOLOGIA - POSITIVISMO - AUGUSTE COMTE
Você que está estudando Sociologia, seja no ensino médio ou na faculdade, com certeza já se deparou com algum conteúdo sobre POSITIVISMO e AUGUSTE COMTE. Estudar sobre estes tópicos é praticamente obrigatório para quem quer aprender um pouco sobre Sociologia.
No vídeo abaixo acompanhe informações para te ajudar nos estudos sobre Sociologia:
sábado, 14 de agosto de 2021
Sociologia: Introdução e Conceitos principais
Nas próximas postagens quero dividir com vocês um pouco sobre a matéria Sociologia, que é uma grande paixão na minha vida depois da História.
Na verdade, as duas matérias andam de mãos dadas pois uma depende da outra para explicar os fenômenos e acontecimentos sociais.
Acompanhe no vídeo abaixo um pouco sobre essa deliciosa descoberta que é a Sociologia:
segunda-feira, 6 de abril de 2020
VIDEOAULA: HISTÓRIA DA CHINA - parte II
Se inscreva
sexta-feira, 3 de abril de 2020
VIDEOAULA: HISTÓRIA DA CHINA ANTIGA - parte I
sexta-feira, 1 de março de 2019
Educação de Jovens e Adultos no Magistério (EJA)

- A Educação como Direito de todos: Logo no primeiro dia de aula a professora de EJA nos apresentou um vídeo sobre a menina Malala Yousafzai, militante paquistanesa que lutou pelo direito das meninas de sua comunidade ter acesso aos estudos. Entender que a educação deve ser de todos parece algo simples e subjetivo, mas se pensarmos que há comunidades que ainda restringem o direito à educação a pequenos grupos (geralmente elites financeiras) criando barreiras de sexo, cor e religião, o Brasil e sua Constituição Federal está a frente de muitos outros povos;
- Não infantilização do Ensino: Como mencionado anteriormente, é de suma importância pensarmos na EJA como construtor de conhecimento. O professor não deve passar o que sabe para o aluno mas sim despertar no aluno um olhar para um conhecimento que pode vir de dentro. Agir com maturidade e seriedade (sem rispidez) para que o aluno não se sinta um bobo ao voltar aos estudos depois de certa idade;
- A EJA é modalidade de ensino: Assim como a Educação Especial, o Ensino Profissional, a Educação do Campo, A Educação Quilombola e Indígena e a Educação à Distância;
- Conhecer a realidade do Aluno: Todo mundo sabe que ao voltar aos estudos, muitos o fazem pra acrescentar algo em seu perfil profissional mas também por problemas pessoais, auto estima fragilizada, etc. O público alvo da EJA, geralmente, são pessoas que passaram por algum tipo de dificuldade no passado e tiveram que abandonar os estudos. Cabe ao educador um olhar diferenciado e sensível para com este público;
- Questões Sociais: Hoje em dia a EJA não é vista apenas como um meio para que a pessoa obtenha um diploma, a EJA hoje é encarada pela lei e pelos professores como maneira corretiva de questões sociais. Como mencionado anteriormente, a Educação no Brasil é direito de todos e promovê-la é um modo de avanço e desenvolvimento social;
- Paulo Freire: A EJA no Brasil está muito ligada à filosofia e ao trabalho do mestre Paulo Freire. O projeto de alfabetização que ele desenvolveu em 1963 atendeu 380 trabalhadores em Angicos, Rio Grande do Norte foi de suma importância na desconstrução da ideia de alfabetização para fins meramente mercadológicos. Embora já houvessem, anteriormente, projetos similares, nunca um foi tão bem desenvolvido como nesse caso, tomando, inclusive, repercussão internacional. Infelizmente o projeto foi sufocado pelo golpe militar de 1964;
- A não culpabilização do aluno: É comum entre os alunos do EJA (principalmente os mais jovens) e entre educadores mal preparados entender que a evasão escolar advém de falta de responsabilidade dos alunos. Contudo, se considerarmos o número ainda muito elevado de evasão e vermos que as estruturas sociais no Brasil fazem o jovem abandonar os estudos pra buscar trabalho muito cedo, percebemos que é um problema muito mais coletivo que individual. Em outras palavras, o professor da EJA jamais deve tratar seu aluno como um "encostado" que não quer nada da vida, ainda mais porque muitos deles estão voltando justamente por motivo contrário, por almejarem algo melhor;
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Consumismo e Militância
sábado, 1 de abril de 2017
O que é ser de Esquerda? Síndrome do Novo Convertido
sábado, 26 de novembro de 2016
5 mitos sobre Fidel Castro e Cuba

- Fidel Castro era homofóbico? Eu sou totalmente contra a homofobia e sei que ela não se limita à violência direta mas também está contida em discursos travestidos de opinião. Não aceito de jeito nenhum, mas entendo que no passado a cultura era homofóbica e sendo assim, relevo casos onde a homofobia é perpetrada por um idoso. Fidel Castro pode ter se posicionado homofobicamente no passado mas já se declarou na década de noventa pedindo desculpas aos homossexuais. O curioso que a maioria das pessoas que dizem que Fidel era homofóbico são homofóbicas: não estão nem aí pra comunidade LGBT, só querem difamar Fidel. Hipocrisia define!! A sobrinha de Fidel Castro, Mariela Castro, é, atualmente, militante na causa gay;
- Fidel Castro era ditador? Fidel concentrou os poderes nas mãos dos trabalhadores impedindo privatizações e intervenções norte-americanas na economia. O conceito de ditadura e democracia são muito frágeis diante do que vivemos então é bom estudar um pouco e principalmente observar a vida prática antes de soltar esse tipo de acusação. Aqui no Brasil por exemplo achamos que vivemos numa democracia, mas atualmente passaram por cima de nossos votos colocando um presidente golpista no poder, então, é bom refletir. Uma bom meio de pensar nisto é observar o que temos em relação a "liberdade de expressão". Você acha possível noticiar qualquer tipo de coisa aqui no Brasil? Você não acha que deve haver um filtro que impeça propagação de notícias falsas e discursos de ódio?
- Cubanos fogem para os EUA? Estar insatisfeito com seu país não é exclusividade cubana. Quantos brasileiros você conhece que sonham em emigrar? E o Brasil é um país capitalista.!! Cuba não é um país perfeito mas dedica-se a investir no que realmente importa: Educação e Saúde;
- Há racionamento de comida em Cuba? NÃO!! Em Cuba as pessoas têm acesso a alimentação gratuita e esta sim é racionada, porém, caso queiram adquirir um pouco mais, paga-se por isso. O que há de anormal nisto? Nada!
- Cuba é um país perfeito? Não. Não existem países perfeitos. Até as nações mais desenvolvidas como as do norte europeu possuem problemas (se não em seu país, nos países que exploraram). No entanto Cuba é um local com acesso gratuito a educação e saúde. É considerada a nação com mais pessoas estudiosas e cultas, menor desigualdade de gênero e modelos educacionais mais desenvolvidos. A taxa de analfabetismo é zero, assim como a de crianças moradoras de rua. Cuba é considerado o melhor país da América Latina para mulheres e crianças viverem, e a comida distribuída gratuitamente é de acordo com as demandas de cada família (onde moram pessoas doentes é distribuído de acordo com dieta adequada). Todos que vão a Cuba conseguem perceber que há tratamento igualitário entre todos os profissionais, sendo o gari tratado com o mesmo respeito que o advogado;
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Direitos Humanos (Esquerda) defendem "bandidos"?
Vamos começar do início: a lei brasileira caminha para uma maior "suavização" de penas e multas em caso de criminalidade, isto já é uma tendência legislativa e você vai entender o porquê: acontece que máquina carcerária brasileira já está saturada e o principal objetivo, que é a ressocialização, tornou-se impossível na maior parte dos presídios. Isto também acontece pra criar brechas que possibilitem criminosos de maior poder aquisitivo (como políticos, por exemplo) de continuar cometendo seus crimes. Vergonha né?
Mas esta "suavização" não ocorre só no Brasil: a tendência mundial é que todos são inocentes até que se prove o contrário. Quando este fenômeno ocorre pra beneficiar quem não merece nós devemos sim nos indignar mas não é sempre que isto acontece.
O princípio de que todos são inocentes até se prove o contrário advém da ideia de que, é melhor um criminoso solto do que um inocente preso, pois o criminoso pode mudar, deixar de cometer crimes, mas um inocente preso nunca terá seu tempo perdido recuperado, nem mediante indenizações, será um trauma eterno na vida da pessoa.
A própria história nos mostra que políticas de tolerância zero aliadas à práticas violentas causaram mais prejuízos que benefícios; o holocausto judeu na Alemanha nazista é um bom exemplo disso, e a partir dele criou-se a ideia de Direitos Humanos.
Os Direitos Humanos são princípios que permeiam nossa lei e nossa cultura, mas infelizmente usam de má fé pra difundi-los. Eu, particularmente, acho que todos devem pagar pelo mal que cometem, mas infelizmente quando pensam nisso só se lembram do pobre e negro que bate carteira. Dificilmente você vê alguém pedir linchamento de empresário explorador, de playboyzinho que bate na namorada, de amigo que estupra a própria esposa... enfim... toda a atual esquerda é contra esta injustiça que fecha os olhos para os bandidos "ricos". Daí quando defendemos que um pobre e negro tenha uma pena justa, dá a entender alguma espécie de defesa anulatória de pena. Não é!
A verdade que os trabalhadores do poder judiciário, se praticarem o que aprendeu, vão saber que justiça é diferente de vingança e não passamos mais de cinco anos numa faculdade de Direito pra qualquer pessoa achar que sabe o que está fazendo. Existe uma lei, um estudo e principalmente uma Constituição que deve ser respeitada, uma Constituição que proíbe justiça com as próprias mãos.
Além disto, não é razoável que se mate uma pessoa por um crime de furto, por exemplo, pois a realidade socio-cultural influencia demais nesse tipo de crime. Sei que existem ladrões que vivem em boas condições e mesmo assim praticam barbaridades, no entanto, estou falando daqueles que por uma dificuldade prestou-se ao crime. Se notarem, todos os países que investem em educação fortemente apresentam baixas taxas de criminalidade, isto porque é mais do que claro que o ambiente influencia sim a conduta de uma pessoa.
Enfim, deixem a justiça para que os próprios profissionais executem e lembrem-se: A esquerda não defende bandido, a esquerda defende que TODOS paguem pela mesma maneira, sem injustiças ou brechas que beneficiem ricos.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Trabalho no Mundo Contemporâneo - A História do Trabalho no Brasil

Isto implicou na aceleração da industrialização e aumento do fluxo migratório campo ==> cidade. Getúlio Vargas inicia seu governo fazendo concessões ao setor cafeeiro e investindo em setores de base, como o siderúrgico, por exemplo. A modernização era visível e Vargas concentrava cada dia mais poder em suas mãos.
No cenário mundial, graças as crises iniciadas na década de 1930, os sindicatos e setores trabalhistas fervilhavam conquistando o apoio de trabalhadores: o socialismo, através de partidos comunistas, começou a ganhar voz e no Brasil nasceu o "Getulismo".
Diante do crescimento das demandas trabalhistas e setores industriais, Getúlio Vargas objetivava conquistar apoio da população: criou assim a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1º de maio de 1943: um compilado de leis, usado até nos dias de hoje, discriminando direitos e deveres dos trabalhadores.
Era consenso que patrões e empregados possuem uma distância enorme. Entre outras palavras, até hoje notamos como o trabalhador se sente impotente diante do poder de seus chefes. Dessa maneira a Justiça do Trabalho se firmou como órgão de suma importância pra assegurar os direitos dos trabalhadores.
No Direito trabalhista, a figura da Tutela é a proteção estatal para que não haja total liberdade negocial entre patrões e empregados, de modo que deve-se obedecer o previsto em lei. Ainda que haja consenso entre ambas as partes, o estado entende que são partes desiguais, visto que a patrões podem chantagear, manipular e explorar seus trabalhadores em situações de Hipossuficiência.
Ocorre que, em períodos de altíssimas taxas de desemprego, falta de compradores e importadores, muitas empresas tentam flexibilizar os direitos dos trabalhadores para que não haja prejuízo. Isso faz com que setores da esquerda se sintam desrespeitados já que almeja-se poder nas mãos dos trabalhadores. Como lidar em casos assim? Deve-se colocar o acordado acima da lei?
Tal situação fez com que fábricas mudem-se de país em país, buscando sempre se estabelecer onde a lei trabalhista é liberal. Assim é nomeada a Flexibilização Geográfica.
Nos países considerados "primeiro mundo" é comum que a população trabalhadora ativa no setores primários (agropecuária e criação de animais) seja menor em comparação a países subdesenvolvidos. Mas isto acontece não por falta de fazendas e colheitas mas sim pelo excesso de maquinário no lugar de gente. Como consequência disto a população economicamente ativa tende a diminuir, pelo menos no campo.
No Brasil e no mundo o medo é que esse avanço tecnológico afete outros setores também. Os trabalhadores bancários, por exemplo, estão perdendo espaços para máquinas de auto atendimento. Sendo assim podemos admitir a existência de três tipos de desemprego:
- Desemprego Friccional: Aquele mais comumente conhecido, em ocasiões simples onde uma empresa necessita de um funcionário específico para determinada tarefa, mas ainda não o possui;
- Desemprego Conjuntural: São aquelas demissões em massa decorrentes de crises financeiras, como em períodos de chuva prejudicial à colheitas, por exemplo. Tendem a ser temporários e flutuam entre altos e baixos nas sociedades;
- Desemprego Estrutural: É a verdadeira extinção de vagas de trabalho. O mais comum é ocorrerem por avanço tecnológico;
Algumas empresas apelam atualmente para a produção flexível: seus funcionários trabalham de acordo com a demanda de encomendas e em certas épocas trabalham mais ou menos, de acordo com seus bancos de horas. Os desejos dos clientes tornam-se norte para a produção e a Qualidade Total o principal lema da empresa.
Essa filosofia é falha no momento que só cobra do empregado o dito empenho, eis que ele precisa de um ambiente favorável a criação. O correto seria o empregador proporcionar os meios para conforto e criação impecável, e também estender-se aos outros funcionários, já que a uma produção não depende de uma única pessoa.
Atualmente com o crescimento do desemprego estrutural notamos uma certa iniciativa para evitar as pessoas no olho da rua, que seriam o tomamento de empresas falindo por seus funcionários. As cooperativas de trabalhadores unidos em serviços igualitários crescem cada dia mais como maneira de manter-se ativo, consequentemente manter tais vagas.
As pessoas sentem que sindicatos não são mais capazes de manter seus empregos pois a extinção de vagas de trabalho tem ocorrido com o avanço tecnológico. Hoje em dia no Brasil cresceu bastante o número de empresas tocadas pelos próprios trabalhadores e apenas 5% delas é limitada a consumo dos próprios operários.
Um dos pontos fortes da economia solidária é a recuperação de empresas falidas, a maior parte delas concentra-se no nordeste brasileiro, região super atacada pelo desemprego.

Referências bibliográficas:
1. DELGADO, Maurício Goldinho. Capitalismo, trabalho e emprego. São Paulo: LTR, 2005.
2. MARRAS, Jean Pierre. Relações trabalhistas no Brasil. São Paulo: Futura.
3. PINTO, Bernadete E. de Rosa. A flexibilização das relações de trabalho. São Paulo: LTR, 2005.




