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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Paixão pela culinária...

Quando eu era criança e adolescente nunca tive o hábito de cozinhar. Minha mãe não era fã da ideia de me deixar livre na cozinha. Ela contratou empregadas domésticas na nossa infância para cuidar de mim e da minha irmã, e, quando nós nos tornamos adolescentes, ela começou deixar os cuidados da casa nas nossas mãos.

Era uma verdadeira guerra: eu e minha irmã não gostávamos de fazer serviços domésticos, achávamos injusto nosso pai ser poupado enquanto éramos obrigadas, mas hoje, mulher adulta, entendo minha mãe. E me arrependo de não ter sido mais pró ativa no cuidado com o lar. Mas ainda acho injusto o modo como ela poupa meu pai...

Enfim... a cozinha era território proibido e super entendo ela. Só que eu gostaria de ter intimidade com a gastronomia mais cedo.

Quando morei nos EUA tive dificuldades pra administrar minha alimentação por conta disso.

Só fui aprender a cozinhar de verdade quando fui morar junto com meu ex-marido, aos 26 anos. Ganhei um livrinho de receitas de minha tia, que, na verdade, era um caderno improvisado. Eu acredito que nesta época eu já tinha este blog pois lembro da foto do primeiro prato que cozinhei (um macarrão com pedacinhos de linguiça e molho branco). Ficou horrível!! 😂😂😂 Mas lembro que o ex chegou em casa com tanta fome que caiu dentro, sem pensar duas vezes.

Nós não tínhamos dinheiro naquela época para pedir lanche sempre (o que era nossa vontade). Então, todos os dias eu inventava uma receita, um prato diferente pra aprender a cozinhar de vez.

Nessas horas que percebi que certas coisas só aprendemos com a experiência mesmo. Durante anos casada fui testando novas receitas, usava muito aquele site "Tudo Gostoso", e fui me apaixonando cada vez mais pela cozinha.

Isso também teve um lado negativo: ganhei muito peso com o passar dos anos e me tornei uma pessoa obesa, com dificuldades de locomoção. Aos 33 anos estava pesando quase 140kg. E eu meço apenas 1,70.

Nessa idade decidi fazer a cirurgia bariátrica. Foi uma sábia decisão pois hoje, mais de 5 anos depois, tenho um peso considerado saudável e consigo fazer coisas que mais jovem não conseguia, como correr, vestir roupas que considero bonitas, me olhar como mulher feminina...

Enfim... só que a bariátrica trouxe a moderação. Hoje como de tudo mas deve ser em pouca quantidade e de forma lenta. Alias, eu não sabia que a velocidade da mastigação interferia tanto na nossa alimentação.

Voltando a falar da paixão pela gastronomia...

Durante esses anos percebi como me dava prazer cozinhar e fotografar meus pratos. É uma espécie de desafio que tenho comigo mesma, deixar as receitas gostosas e ao mesmo tempo, bonitas, esteticamente. 

Isso não era algo que eu assumia publicamente pois existe uma certa crítica aos que fotografam comida para expor em redes sociais. Contudo, o passar do tempo e a maturidade me fizeram entender que isso é um hobbie, que eu tenho orgulho das minhas criações e que, principalmente, eu não devo nada a ninguém.

Atualmente meus registros estão na conta de instagram @menudetalhes

Receitas culinárias

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Últimas leituras

Vou compartilhar por aqui minhas últimas leituras. Tiveram um quê de nostalgia mas deixa eu primeiro me explicar:

A alguns anos atrás eu comecei uma saga de auto conhecimento. A gente vai ficando adulto e sente essa necessidade. Se antes uma simples menina de baixa auto estima, agora tenho consciência de alguns dos meus valores (é um trabalho diário).

Nessa busca por auto conhecimento, sei da importância do papel da terapia, mas no momento que vivo não tenho condições de pagar, então, vamos de conselhos virtuais mesmo.. rs.

Eu sentia a necessidade de resgatar coisas do passado (coisas boas, é claro), que me valorizem como pessoa. Isso me levou a cuidar da minha memória, aspecto de importância vital (falo disso numa outra postagem).

Nessa jornada, passei um bom tempo (e com esforço) tentando lembrar qual tinha sido minha primeira leitura na infância e/ ou na adolescência.

Coleção Vagalume livros

Já que naquela época eu não registrava meus passos, o que lembrei, me apeguei. E eu nem sei se é real, mas a partir do momento de criação da minha identidade, passou a ser.

Então lembro que o primeiro, ou um dos primeiros livros que minha mãe leu pra mim foi "O patinho feio". Era um livro meio esverdeado e em pop-up. Depois confirmarei com minha mãe se isto realmente aconteceu. Livro em pop-up realmente é algo chamativo, talvez essa memória seja real.

Já no início da adolescência, tive uma professora de Língua Portuguesa maravilhosa que me indicou "Sozinha no Mundo", de Marcos Rey, da série Vagalume.

Eu não era a melhor das alunas aos 12 anos: essa mudança da infância para adolescência foi meio conturbada para mim. Naquela época lembro-me de constantes crises de choro, brigas com amiguinhas, em certos momentos pensei até em tirar minha própria vida. Não foi fácil 😞 Mas hoje, como educadora, entendo tudo que passei, e tento ressignificar minha vida escolar: eu era apenas uma adolescente normal, no início da vida.

Voltando a falar da professora, ela era incrível. Pena que na época eu não tinha consciência disso. Professora Marli, da Escola Municipal Dr. Jair Tavares de Oliveira. Fazia coisas por nós que só uma mãe faria, enquanto isso, a adolescente rebelde aqui tentava "não gostar" do livro indicado. Nem da professora.

Sim, por rebeldia eu me recusava a ler, e quando lia, fazia com má vontade. Mas nem toda má vontade do mundo foi capaz de superar a qualidade da série vagalume.

Os livros indicados pelos professores da época giravam em torno dessa saga, eram mais sérios que um livro infantil mas de fácil entendimento para um pré-adolescente. A maioria focado em aventuras, mistérios, e eu de pirraça tentando evitar... hahaha.

Quando li o "Sozinha no mundo" nem sei se o finalizei, mas relendo agora adulta, fui resgatando muitas memórias da trama.

E que delícia de leitura!! Obrigada professora Marli!!

Diante do exposto acima, já compartilhei anteriormente um trabalho escolar que fiz com meus alunos sobre a série. Neste post aqui.

Quando o fiz, ainda não tinha relido os livros, apenas lido alguns resumos pra relembrar e falar com propriedade. Mas era uma questão de honra reler. Então nesse últimos dias eu li, nesta ordem: Sozinha no Mundo, Açúcar amargo e a Ilha Perdida. Estou lendo no momento "Zezinho, dono da porquinha preta" (o segundo que li no ginásio).

Enfim, precisava dividir essas conquistas, porque no mundo de hoje, da rolagem infinita e conteúdo efêmeros, terminar um livro é uma conquista!

quarta-feira, 4 de março de 2026

Leitura de férias - Alice no país das Maravilhas

Durante estas férias me prometi ler mais, mas como não sou da melhor pagadora de promessas (ou me exijo demais?), consegui desenrolar uma leitura curta, breve, fácil. Quer dizer, mais ou menos...

Dia destes operei e nada melhor pra passar o tempo que uma leitura envolvente, daquelas que te prendem... mas também não foi o caso!

Por fim, lembrando que sou uma educadora e alfabetizadora, me joguei na leitura de "Alice no país das maravilhas" (e o segundo livro também) como forma de aperfeiçoar minhas práticas alfabetizadoras.

O primeiro livro conta a história da menina Alice cuja vida pacata no interior a faz ter tempo de pensar demais... Ela, como a maioria das crianças, cria em sua mente explicações para o que desconhece, e sua mente inquieta trabalha muito nesse sentido.

Ela é atraída por um coelho para dentro de um tronco de árvore, mas não era um tronco qualquer: era um verdadeiro mundo paralelo onde tudo acontece. 

No interior deste mundo há objetos falantes, animais falantes, gigantismo, nanismo, situações metafóricas tornam-se reais... enfim...

O leitor (ou expectador - no caso do filme) fica curioso buscando sentido nas situações atípicas, realiza comparações, analogias, se pega pensando no que o autor queria dizer com aquilo tudo. 

Mas ao final da aventura Alice percebe que foi tudo um sonho: ou seja, a menina estava dormindo o tempo todo.

O que me atraiu nessa leitura foi o fato de ser um clássico da literatura, um clássico infantil e um livro que possivelmente seria cheio de lições filosóficas (o último que li nesse sentido foi "O menino do dedo verde"). Sério, achei que seria na vibe d'O pequeno príncipe. Mas não! Pelo menos, não pra mim.

Após ler os dois livros, assisti o desenho da Disney antigo e também resenhas de alguns booktubers para tentar expandir a mente. Todos são unânimes em dizer o quanto esse livro é maravilhoso e filosófico. Há alusões com o uso de entorpecentes e tudo!! Poderia ser uma crítica social? Poderia ser uma história para adultos? Poderia! Mas não me convenceu muito. 

Não sei se eram altas demais minhas expectativas, não sei se o fato de eu já ter visto esse desenho e visto sobre essa história muitas vezes me influenciaram... simplesmente não sei! Achei apenas um livro simples, infantil, com lições filosóficas sim, mas que não mexeram com meu emocional. Achei tudo meio raso, superficial, ou meu coração que tá empredado demais...rs.

O segundo livro foi ainda mais difícil pois em "Alice através do Espelho" a narrativa é dentro de um jogo de xadrez, o qual, desconheço as regras.

A leitura foi mais para cumprir o protocolo, já que gosto de ir até o fim.

Concluindo, não curti!

O segundo livro achei meio confuso. Tem a mesma vibe do primeiro porém, as menções de duplo sentido são ainda mais misteriosas. Confesso que em certos momentos nem eu mesma, uma mulher adulta, compreendi as metáforas.

Então, não gostei de nenhum dos dois livros. Mas preciso confessar que a edição belíssima, comprada na Bienal, me ganhou só pela estética.


segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Minha história no desenho

Quando eu era criança gostava muito de desenhar e modéstia a parte, até desenhava bem. Minha mãe fazia assinatura dos gibis da Turma da Mônica e eu tentava criar minhas próprias histórias, fazia meus quadrinhos com papel ofício. Lembro até, vagamente, de uns personagens que criei (uma delas era uma aficionada por academia).

Aí a gente vai ficando mais velha e perde o hábito. Minha juventude foi engolida pelas cobranças acadêmicas, financeiras, e, embora meus pais sempre estivessem ali do meu lado apoiando, eles não tinham como lutar contra o capitalismo.

Sendo que a pouco tempo, desenhando no quadro para meus alunos, eu lembrei desse hábito. Meus alunos sempre elogiam meus desenhos que não são nenhuma obra de arte mas conseguem transmitir as mensagens que desejo.

Blog Prof Thainá Santos História

Eu tô numa vibe de trabalho manual pois depois de engolida pelos problemas da vida, a gente precisa criar válvulas de escape para cuidar do nosso emocional.

Sim, acabei ressuscitando o hábito de desenhar. Dentre outros.

Desenhos feito à mão

Paralelo a isso descobri algumas funções divertidas para estes desenhos. Coloquei-os no chat gpt e inseri um comando para torná-los mais realista. Ficou tão bonitinho que levei a ideia para minha sala de aula.

Em breve postarei aqui umas fotos da Oficina de Inteligência Artificial que estou desenvolvendo com meus alunos.

Um abraço, Prof Thainá Santos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Oficina de Scrapbook com a turma - SMERJ Ciep Nelson Mandela

 

O que é Scrapbook
Concentrados na oficina de Scrapbook

Estes dias fiz uma oficina de Scrapbook com a turma para apresentá-los este passatempo que sou apaixonada. Eles deveriam montar pequenas páginas com técnicas de scrapbook, e o tema era a volta às aulas.

Oficina de Scrapbook - Ciep Nelson Mandela
Minhas bençãos

Ao apresentar o Scrapbook à turma nós falamos de criatividade, sentimentos, detalhismo, e sustentabilidade, matéria super cobrada nas disciplinas de Geografia e Ciências, desde o 1º ano.

Os dois modelos abaixo eu fiz para mostrar a eles, fiz na aula mesmo, ao vivo, mostrando dicas e técnicas. Usei foto deles mesmos.

Técnicas de Scrapbook
Modelos de Scrapbook que fizemos em sala de aula

Scrapbooking
Mural de Scrapbook das minhas bençãos

Finalizamos com um varal de exposição do feito por eles em sala de aula e ainda mandei para casa um kit de scrapbook para cada, para fazer um trabalho sobre a família. Quando eles me entregarem eu posto aqui os melhores trabalhos.

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Um hobby chamado Scrapbook...

A cerca de 17 anos atrás eu descobri o Scrapbook, através do falecido orkut. Numa extinta comunidade, meninas se reuniam para trocar dicas de presentes para o namorado. Naquela época a internet era mais saudável, mas não se engane pois já havia maldade.

Mas voltando a falar do hobby... estou falando do scrapbook.

Lembro-me que entre nós era uma febre montar álbuns de fotos para os namoradinhos usando técnicas de scrapbook e entre as conversas nos fóruns do orkut era comum a frustração pois muitos rapazes não viam aquela arte com os mesmos olhos que a gente.

Eu lembro que meu primeiro scrapbook foi para meu primeiro namorado nessa época, e ele era um rapaz muito doce e sensível, ficou emocionado com o presente. Mas na verdade, o presente era mais meu do que dele.

Infelizmente não tenho mais fotos pra mostrar aqui no Blog, e talvez, nem sei se mostraria pois era algo muito pessoal. Contudo, depois deste episódio, fiz mais alguns álbuns: um de fotos de meus aniversários e um para meu segundo namorado, que tornou-se meu marido (fomos casados por 10 anos, hoje somos amigos, logo, o álbum ainda existe).

O álbum de fotos do meu aniversário foi iniciado nessa época (mais ou menos 2008) e lembro-me que desisti dele pois achava feio, achava que nunca iria ter os materiais necessários pra finalizar do jeito que eu sonhava. Eu sempre me cobrando tanto... 😢😞

Mas em maio de 2020, na pandemia, eu perdi minha avó e no dia do falecimento dela me bateu uma emoção muito forte e fui procurar este álbum incompleto. 

Não sei exatamente o que senti (além da tristeza de perder minha avó que eu amava), mas me bateu uma força interior muito grande que me motivou a terminar o álbum naquela mesma semana. Lembro-me de sair para comprar material e/ou arranjar na escola que eu já trabalhava e finalizei-o. Isto foi muito marcante na época, acho que nunca irei esquecer. Queria poder compartilhar as fotos desse álbum que um dia menosprezei: hoje, acho lindo 💗 Assim que eu achar vou postar por aqui.

Bem... que isso tudo tem a ver com meu momento atual? Como já disse em postagens anteriores, a ansiedade e cobrança da maturidade me pegaram no ano retrasado e desde então decidi cuidar mais da minha saúde mental.

Kit de Scrapbooking

A uns meses atrás decidi listar as coisas que me davam prazer e fiquei chocada em como são poucas. Em meio a esse processo, comecei a ler sobre como os hobbys são importante para nossa mente, e como as mulheres não foram incentivadas a cultivá-los (em relação aos homens, por exemplo), e como eu devia fazer algo por mim.

A verdade é que com a chegada da vida adulta eu nunca me permiti "me divertir" demais: eu precisava estudar, precisava trabalhar, mas precisava ser a melhor: me cobrava excessivamente, nunca relaxava, pois eu devia ser a melhor funcionária, a melhor estudante, a melhor dona de casa, a melhor esposa, a melhor em tudo.

Hoje quero desacelerar: tento seguir rotinas de meditação, exercícios físicos, ações anti estresse, pois minha profissão por si só já proporciona todo o contrário disto.

Voltando a falar do Scrapbook...

Como foi bom relembrar que posso me divertir, me distrair, sem me cobrar, sem precisar ficar perfeito, simplesmente passar o tempo sem dever nada a ninguém. Então, depois de 17 anos, volto eu a esse hábito tão bobo mas ao mesmo tempo tão importante pra mim.

Pretendo até fazer uma oficina de scrapbook com meus alunos, se o tempo e a disposição permitir. Pra vocês terem noção de como esse hábito é antigo na minha vida, tem até postagem aqui no Blog do ano de 2013!!

Enfim... queria compartilhar um pouco nesse texto da minha experiência com o Scrapbook, da minha experiência numa vida acelerada e atualmente, minha experiência tentando desacelerar.

Beijos, Thainá.

segunda-feira, 17 de março de 2025

Projeto: Campo Grande, espalhe sua voz

Ciep Nelson Mandela
Projeto de maquetes do Bairro de Campo Grande - Ciep Nelson Mandela

Como disciplina aplicada à cadeira de História, nossos alunos devem aprender sobre seu bairro, sua história, sua identidade. Tenho minhas ressalvadas à maneira que a SMERJ cobra isto na apostila de História, mas não é o foco da postagem.

Dia 11, eu e os alunos, juntamente com a outra turma do 3º ano, fizemos uma exposição de maquetes e trabalhos sobre o Bairro de Campo Grande. A professora Paula Xisto, minha companheira de trabalho e prof. responsável pelo outro 3º ano, cuidou de providenciar cartazes com imagens do bairro; meus alunos fizeram maquetes de pontos importantes de Campo Grande.

Ciep Nelson Mandela
Professora Paula Xisto e a turma 1302

Ciep Nelson Mandela
Turma 1301 (meus pedacinhos de estresse)

Mais que isto: meus alunos e sua famílias (eterna gratidão 🫶) fizeram maquetes de pontos importantes do bairro, do presente e do passado!!

Lona Cultural Elza Osborne
Lona Cultural Elza Osborne

A maquete da Lona Cultural Elza Osborne foi feita pela família do meu aluno Isaac e eles mostraram que não tem limites mesmo: Além da maquete maravilhosa, toda detalhada, ainda fizeram um trabalho de pesquisa com detalhes da Lona por dentro e aspectos históricos do que já ocorreu naquele teatro. Eu fiquei sem fôlego. Cara, é muito capricho 😍
Maquetes Bairro Campo Grande

Park Shopping Campo Grande

Igreja Nossa Senhora do Desterro e Colégio Belisário dos Santos
Igreja Nossa Senhora do Desterro e antigo Colégio Belisário dos Santos

Para nós, campo-grandenses raíz, é impossível esquecer a loja Silbene, a danceteria West show, o Colégio Belizário dos Santos...

Maquetes de Campo Grande
A maquete da West Show foi um evento a parte: Ela simplesmente BRILHAVA ✨✨Os pais da minha aluna Manuela montaram a maquete e colocaram pisca pisca. Ainda encaparam por dentro com imagens de shows que já ocorreram na West. Gente, ficou maravilhoso ✨
Clube Luso Brasileiro
Antigo Clube Luso Brasileiro, hoje o condomínio Bela Vida, na Estrada do Campinho


Loja Silbene Maquetes Campo Grande
Silbene: a loja que mais deixou saudades em Campo Grande

Não teve um ser humano que tenha visto estas maquetes e não se apaixonado. Ainda mais nós, quarentões e cinquentões, que vivemos tudo isso, a nostalgia rolou PESADA.

A minha intenção com este projeto era aproximar as famílias: a cada maquete montada em conjunto com pais e filhos, fez-se necessário o diálogo, as lembranças, não tinha como dar errado. A maioria dos responsáveis dos meus alunos se dedicaram muito e deram o melhor de si. Agradeço a cada um por esta participação tão importante.

Além disto, as fotos do trabalho foram postadas na página CG Meu país, no Instagram e foi um tremendo sucesso. Recebi diversos comentários e mensagens parabenizando a iniciativa 💖 As fotos foram repostadas por outras páginas do bairro, pelas páginas dos homenageados nas maquetes, foram centenas de comentários de apoio, inclusive de pessoas que sigo e admiro, que fazem pela história de Campo Grande.

Não tem como mensurar a satisfação que foi essa exposição. Primeiramente, ficou LOTADA. Foi a primeira vez que vi um projeto das crianças tão cheio de visitas. Segundo, a surpreendente repercussão, até fora do meu círculo social.

Esse, de longe, tornou-se o trabalho mais especial que já fiz em 8 anos de município e me fez relembrar meu propósito na educação! Obrigada a todos mais uma vez! 🙏


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Você sabe o que é Scrapbook?

Você sabe o que é Scrapbook? A tempos eu queria falar sobre isto aqui  *.* Fazia muito quando era mais jovem...

Dicas de Scrapbook

Scrapbook é uma técnica artesanal que consiste em decorar as coisas com pedacinhos de papel... papel picado, sobras de papel, etc.

Geralmente o que se é decorado são agendas, cadernos, livros, porta retratos, etc. É muito comum usar a técnica para criar-se álbuns de fotos e quadrinhos de se pendurar em paredes.

No entanto a técnica não se limita a decorar apenas com pedaços de papel. Geralmente usam-se muito adesivos, botões, fitas de tecido, fitas adesivas decoradas, etc.

O material próprio pra Scrapbook é feito justamente para este fim, de um modo que não pereça com o tempo. Em outras palavras, você pode encontrar materiais sendo vendidos em papelarias e usá-los, mas somente os que são específicos pra Scrapbook não se estragam com o tempo.

O problema é que eles são caros demais! Ou seja, Scrapbook é um hobbie caro... :/

Abaixo, alguns tipos de kits que já são vendidos prontos com vários materiais pra Scrapbook:



Mas se você deseja decorar algo, ou montar um álbum com fotos e recordações, você não precisa comprar um kit deste, nem precisa gastar tanto... Você pode improvisar.

A um tempo atrás eu fiz um álbum de recordações com fotos e textos. Eu comprei alguns materiais próprios pra Scrapbook e uns que não eram próprios. Misturei tudo e ficou lindo (pena que não tenho mais as fotos).

Uma característica peculiar é que a folha própria pra Scrapbook tem 30cm x 30cm... ou seja, ela é quadrada. Num segundo álbum que fiz eu comprei várias delas e vários papéis A4 coloridos. Aí eu cortava a folha de Scrapbook para que ela ficasse do tamanho do A4. Ou seja, fiz um álbum retangular, alternando as folhas de Scrapbook com as folhas de A4 colorido. As sobras das folhas de scrapbook usei pra decorar o próprio álbum.

Scrapbook

Nas páginas do meu álbum, na foto acima, você pode ver que no lado esquerdo usei folha de papel A4 colorida (creme, no caso) e decorei com papel Scrap, e na folha da direita, usei o papel Scrap e alguns detalhes não próprios de Scrapbook (fitinha e florzinha de EVA).

Abaixo, outras páginas do 2º scrapbook que fiz:



Na folha acima usei nas folhas de A4 fitinhas de tecido, botões, pedaços de papel scrap... Está bem simples porque eu fiz com os restos do 1º álbum que fiz.

O detalhe da flor na foto, por exemplo, eu fiz com papel comum mesmo, ofício. É só usar a criatividade.

Em algumas folhas eu decorei com fita e a parte estampada, tecido. Dá pra improvisar com tudo. No scrapbook, quanto mais você destacar as bordas, mais legal fica, pois dá moldura a folha. Quanto mais destacar as fotos também, colocando uma fitinha ou outra coisa em volta.

Ufa! O post ficou longo... rs. Espero que tenham gostado. Eu meio que parei de fazer scrapbook por falta de tempo e dinheiro. Mas é um hobbie super gostoso, relaxante, recomendo muito :)

Beijos, Thainá.