No vídeo de hoje vamos falar um pouco de História e a visão histórica sobre o Mercantilismo, o Capitalismo e o Socialismo. Sem mais discussões políticas, acompanhe abaixo:
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
Vídeo aula: HISTÓRIA - MERCANTILISMO - CAPITALISMO - SOCIALISMO
domingo, 21 de novembro de 2021
Tema da Redação do Enem 2021 aborda a Invisibilidade Civil
Hoje a tarde foi divulgado o tema da Redação do Enem deste ano: 'Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil'. Levando em conta o grau de acesso aos estudos de nossos alunos da rede pública de ensino, sinto que muitos se deram mal na elaboração da escrita.
Estes alunos não somente devem manter as normas cultas da Língua Portuguesa mas também argumentar em cima deste tema, que, nem adultos refletem. Não recordo de ter visto algum texto ou artigo sobre o tema, e olha que sou uma leitora ativa. Imagino que grande parte da população que não vivenciam a experiência acadêmica sequer reflitam sobre isso. Achei o tema muito limitado ao campo de Estudos do Direito Civil e da Sociologia. Muito limitado!
Eu sinceramente, achei difícil. Não sei qual o grau de profundidade da cobrança, se o fato da maioria ser adolescente é levado em conta (creio que não), mas li algumas opiniões de professores de redação, especialistas no assunto.
Eles acreditam que o tema é pouco surpreendente e não tão difícil assim. Mas me pergunto: não tão difícil pra quem? Tudo bem que estes jovens passaram o ano se preparando pra prova, não é meu caso, mas acredito que uma reflexão social acerca da invisibilidade civil requer uma certa maturidade e experiência de vida.
Enfim, essa é minha opinião sobre o tema e aproveito a deixa pra me aprofundar um pouco mais nessa área de suma importância.
Outra coisa que gerou uma expectativa foi a fala do digníssimo dizendo que "as questões deste ano começariam a ter a cara do governo". Isso nos deixou ansiosos pensando no que poderia vir de cunho ideológico/ conservador. Mas ainda bem que essas questões superficiais defendidas pelo governo Bolsonaro não foram usadas como massa de manobra nesta prova tão importante para nossos estudantes.
Boa sorte a todos que a realizaram 😀
sábado, 17 de outubro de 2020
A origem da pobreza na África e a Colonização Europeia
É comum associar a imagem do continente africano à miséria e pobreza, escassez de recursos hídricos, baixa taxa de nutrição populacional, dentre outras coisas negativas. Mas você sabe como isso começou? Se na África há tanta terra fértil, por que tanta gente ainda passa fome?
É importante dizer que muita gente passa fome no mundo todo, isso não é uma exclusividade africana, e isso ocorre porque há uma péssima distribuição de renda no planeta. Não falta comida, falta boa vontade dos governantes de criar políticas para que isso não ocorra.
É interessante para países que exploram o continente africano (como os países europeus e os EUA) manter essa imagem negativa da população africana pois assim tem mais "liberdade" de intervir, explorar, como se salvadores da pátria fossem. E nesse sentido, preparei uma aula que mostra um pouco de como ocorreu a Colonização no Continente Africano.
Veja também: História da África pré-colonização
Confira 👇
sábado, 26 de setembro de 2020
VIDEOAULA: HISTÓRIA - OS VIKINGS
Vocês já repararam como a extrema direita brasileira tem resgatado a Idade Média, os cavaleiros templários e até Os Vikings? Mas será que eles sabem a história desse povo da Escandinávia? Confira nessa postagem um pouco da História dos Vikings e porque eles estão influenciando grupos extremistas aqui no Brasil contemporâneo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
HISTÓRIA: Mitologia Africana
sábado, 5 de janeiro de 2019
E a nova Ministra Damares, hein?

sábado, 24 de novembro de 2018
Coisas que eu Gostaria de ter aprendido na Aula de História...

sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Conheça o Museu Afro Brasil, em São Paulo - Semana da Consciência Negra


![]() |
| Vista de fora do Museu: o Parque do Ibirapuera |
![]() |
| Será que é só eu ou todo estudante de História ama mapas? ❤ |
![]() |
| Biblioteca Escritora Carolina Maria de Jesus |

sábado, 26 de maio de 2018
Desabafo de uma Estudante de História...
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Como celebrar o Dia do Índio?
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
A falta de motivação diante do discurso empreendedor e suas consquências
![]() |
| Você acha mesmo que essas pessoas fazem isso só pra aparecer? |
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Como é a Faculdade de História? Devo cursar História?
- A curiosidade natural sobre tudo e todos de forma genuína (não por maldade ou fofoca): Quando eu era mais jovem eu ficava me perguntando como e porquê homens e mulheres produzem certos tipos de comportamento. Busquei a resposta na Biologia (sim, cheguei a fazer vestibular pra este curso que considero encantador) mas nunca cheguei a grandes conclusões. A História me respondeu;
- A paixão pela leitura (ou pelo menos não "detestar" ler). O curso tem uma carga literária MUITO pesada, você lê o tempo todo, textos e livros enormes, mas para quem gosta do saber, não é sacrificante (pelo menos pra mim não é). Já vi depoimentos de pessoas que não gostam tanto de ler mas gostaram da faculdade, então, varia de pessoa pra pessoa, mas é importante saber desde o início que tem muitas coisas a serem lidas;
- O não conformismo diante de convenções sociais e o questionamento sobre tudo que nos é imposto socialmente. Vivemos numa sociedade com regras ditadas sem sentido ou anacrônicas (não adaptadas a nosso tempo) e ser uma pessoa que desconstrua-as é primordial no curso de História. Não trata-se de ser um rebelde que passa por cima de tudo, é ter a curiosidade natural (item mencionado acima) pra entender que certas regras só nos são impostas pra obedecer interesses maiores (nem sempre relevantes);
- Buscar meios alternativos de estudos: se você tem intimidade com redes sociais você pode se considerar um privilegiado pois isto te põe a frente de outros alunos. Acontece que o conhecimento histórico não é exclusivo dos livros, ele pode chegar até nós de diversas maneiras: por redes sociais, por documentos, por vídeos, por programas de TV, etc. Procure inserir isto no seu dia a dia (Ex: Hoje vou assistir um filme épico e traçar um paralelo com o "real") e ficará bem mais fácil de aprender História;
- Goste de Escrever: Tenho este blog não é a toa. Se é importante que você goste de ler, mais importante ainda é gostar de escrever pois é assim que fixa-se o conhecimento. Isto fará muita diferença no seu trabalho de conclusão de curso;
- Seja humilde: O sentimento de superioridade contido em alguns estudantes atrapalham a vida acadêmica mas no curso de História isto pode ser mais destrutivo pois não é possível que uma pessoa se torne um bom profissional Historiador achando que certos momentos históricos são melhores ou piores que outros. Em outras palavras, estes "malas" que ficam dizendo que "tudo antigamente era melhor", ou "no meu tempo não tinha destas coisas", estão condenados ao fracasso na faculdade;
- Compromisso de aprender: Uma vez li que uma das resoluções pro Ano Novo em nossas vidas deveria ser se comprometer a aprender uma coisa nova a cada dia. Não existe curso mais perfeito do que História pra quem leva esta máxima como filosofia de vida;
Não se esqueça: Existem vários fatores a se considerar antes de se matricular numa faculdade de História, mas o principal sentimento que assola todos os alunos, professores e historiadores é a incrível vontade de mudar o mundo
#AmoHistória #HistóriaÉMinhaCachaça
⌛sábado, 30 de setembro de 2017
Numa Guerra, nunca há Perdedores ou Vencedores, entenda porque
Se dissermos que alguém ganhou uma guerra é de se supor que houve uma vitória plena com total alcançamento dos objetivos: isto dificilmente ocorre. Numa Guerra é comum o lado perdedor sair devastado e o vencedor obter o que desejava, mas ainda sim há muitas mortes e cessões no lado dos vencedores, perda de direitos e negociações. quarta-feira, 29 de março de 2017
Falta interpretação, mas também falta BOA VONTADE
As mulheres de hoje em dia tem sentimentos feministas, por mais que não se considerem. Elas não querem sentir que um homem as domina e que não tem voz pra nada. Por conta disto, criou-se a ideia da submissão bíblica como algo bonito e romantizado. Qualquer página conservadora e cristã descreve a submissão feminina como algo em que há liberdade de escolha pra mulher (o que é totalmente contraditório). Nesse sentido, entendo e tenho boa vontade quando esse assunto é mencionado nas rodas cristãs.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Estudo das Relações Étnico Raciais no Brasil - parte 3 - Um pouco da cultura Africana
![]() |
| Professor Munanga: Mito!! |
É interessante notar o quanto a cultura africana é semelhante a brasileira. Não podemos cair no erro de achar que há unanimidade comportamental em todos os países mas existem pontos em comum que formam a verdadeira identidade africana. A África subsaariana é a que mais apresenta tais características e é delas que falaremos abaixo.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Estudo das Relações Étnico Raciais no Brasil - parte 2
Vimos que os negros africanos foram escravizados, afastados de seus conhecidos e familiares que também vieram juntos, tiveram sua cultura demonizada para perder sua identidade como unidade e apesar disto, ainda sim, tornaram-se parte da cultura brasileira escrevendo sua história.
Hoje em dia já possuímos políticas públicas de reparação destes danos e tentamos pagar esta dívida histórica mas nem sempre isto tem se mostrado suficiente. Esta frágil democracia é muito mais teórica que prática. Nossa Constituição Federal já indica punição para casos de racismo, mas pouco acontece na prática e quase nada impede novas situações.
Sociólogos já constaram que quando alguém comete um crime, esta pessoa tende a "clarear" sua pele diante da justiça para obter uma pena menor. Não é difícil notar que os brancos ainda vivem em situação melhor que os negros: chegam a maiores níveis educacionais, são maioria dentre os mais bem remunerados, réus negros tendem a sofrer maior perseguição, dentre outras coisas que não é uma suposta doutrinação que indica, são fatos que podemos observar facilmente no nosso dia a dia.
O conceito de Negritude é aliado a uma ideia de movimento social que pretendeu romper com o padrão europeu imposto por nossos "colonizadores". O Movimento Negro sempre pretendeu a busca da valorização da cultura negra e respeito por ser quem é. Muitas vezes entrou em contradição com seus aliados, mas uma coisa é certa: É unânime o não querer voltar a um estado de alienação (escravidão).
Outro consenso dentro dos Estudos das Relações Étnico Raciais no Brasil é o silenciamento do Índio e do Negro na época da colonização. A escravidão poderia ter ocorrido com outros grupos étnicos e até nos dias de hoje ainda ocorre (de outras maneiras, com outras pessoas), mas daí negar sua existência é muita má fé. Existem grupos reacionários agindo online que tentam deslegitimar o Movimento Negro como se este fosse inútil, mas isto é um bom exemplo do que o racismo e a escravidão deixou como legado. O racismo e a escravidão do negro africano deixou uma cicatriz tão profunda em nossa cultura que muitos negros não se identificam com o movimento negro, acreditam que denúncias de racismo é "frescura" e que qualquer ofensa é vitimização por parte de seus semelhantes, logo, nem todos vivem esse conceito de Negritude.
Pode-se entender como início dessa tomada de consciência por parte dos escravizados a ação de Zumbi no Quilombo dos Palmares. Este incentivou os escravizados a fugirem de seus senhores para assim tornarem-se donos de si mesmo. Este comportamento de fato foi revolucionário e por conta disto a data de 20 de novembro (morte de Zumbi) foi escolhida para celebrar o Dia da Consciência Negra. Poderia ter, por exemplo, sido escolhido a data de 13 de maio (Lei Áurea/ Dia da Abolição da Escravidão) mas isto pouco significou na época, eis que a abolição não criou medidas de inserção do negro no mercado de trabalho formal, escolas, universidades, por exemplo.

O próximo texto vai falar sobre costumes e cultura africana, não percam!! Siga o Blog pra acompanhar de perto das atualizações. Um abraço, Thainá Santos.
>>> Veja aqui a terceira parte desta leitura
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Direitos Humanos (Esquerda) defendem "bandidos"?
Vamos começar do início: a lei brasileira caminha para uma maior "suavização" de penas e multas em caso de criminalidade, isto já é uma tendência legislativa e você vai entender o porquê: acontece que máquina carcerária brasileira já está saturada e o principal objetivo, que é a ressocialização, tornou-se impossível na maior parte dos presídios. Isto também acontece pra criar brechas que possibilitem criminosos de maior poder aquisitivo (como políticos, por exemplo) de continuar cometendo seus crimes. Vergonha né?
Mas esta "suavização" não ocorre só no Brasil: a tendência mundial é que todos são inocentes até que se prove o contrário. Quando este fenômeno ocorre pra beneficiar quem não merece nós devemos sim nos indignar mas não é sempre que isto acontece.
O princípio de que todos são inocentes até se prove o contrário advém da ideia de que, é melhor um criminoso solto do que um inocente preso, pois o criminoso pode mudar, deixar de cometer crimes, mas um inocente preso nunca terá seu tempo perdido recuperado, nem mediante indenizações, será um trauma eterno na vida da pessoa.
A própria história nos mostra que políticas de tolerância zero aliadas à práticas violentas causaram mais prejuízos que benefícios; o holocausto judeu na Alemanha nazista é um bom exemplo disso, e a partir dele criou-se a ideia de Direitos Humanos.
Os Direitos Humanos são princípios que permeiam nossa lei e nossa cultura, mas infelizmente usam de má fé pra difundi-los. Eu, particularmente, acho que todos devem pagar pelo mal que cometem, mas infelizmente quando pensam nisso só se lembram do pobre e negro que bate carteira. Dificilmente você vê alguém pedir linchamento de empresário explorador, de playboyzinho que bate na namorada, de amigo que estupra a própria esposa... enfim... toda a atual esquerda é contra esta injustiça que fecha os olhos para os bandidos "ricos". Daí quando defendemos que um pobre e negro tenha uma pena justa, dá a entender alguma espécie de defesa anulatória de pena. Não é!
A verdade que os trabalhadores do poder judiciário, se praticarem o que aprendeu, vão saber que justiça é diferente de vingança e não passamos mais de cinco anos numa faculdade de Direito pra qualquer pessoa achar que sabe o que está fazendo. Existe uma lei, um estudo e principalmente uma Constituição que deve ser respeitada, uma Constituição que proíbe justiça com as próprias mãos.
Além disto, não é razoável que se mate uma pessoa por um crime de furto, por exemplo, pois a realidade socio-cultural influencia demais nesse tipo de crime. Sei que existem ladrões que vivem em boas condições e mesmo assim praticam barbaridades, no entanto, estou falando daqueles que por uma dificuldade prestou-se ao crime. Se notarem, todos os países que investem em educação fortemente apresentam baixas taxas de criminalidade, isto porque é mais do que claro que o ambiente influencia sim a conduta de uma pessoa.
Enfim, deixem a justiça para que os próprios profissionais executem e lembrem-se: A esquerda não defende bandido, a esquerda defende que TODOS paguem pela mesma maneira, sem injustiças ou brechas que beneficiem ricos.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Livro: Depois dos Quinze - Quando tudo começou (Bruna Vieira)

No post de hoje vou compartilhar com vocês uma resenha do livro da blogueira e escritora Bruna Vieira (Depois dos Quinze).
Eu comprei este livro pra apoiar o trabalho da Bruna mas também porque estou cansada de assuntos pesados, política, brigas online que não levam ninguém a nada. Queria ver/ ler algo diferente e apartidário sobre qualquer assunto.
Enfim, é um livro fofo, totalmente voltado pro público adolescente mas que se revela uma boa surpresa pro público adulto. Beijos, Thainá.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Identidade de Gênero e Transsexualidade
E somente a título de curiosidade:
- Travesti: mulher que possui órgão sexual masculino
- Transsexual: Mulher que já realizou a cirurgia de redesignação sexual e/ ou pretende fazê-la.









