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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Vídeo aula: HISTÓRIA - MERCANTILISMO - CAPITALISMO - SOCIALISMO

No vídeo de hoje vamos falar um pouco de História e a visão histórica sobre o Mercantilismo, o Capitalismo e o Socialismo. Sem mais discussões políticas, acompanhe abaixo:


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Por que o Feminismo Liberal é nocivo às próprias Mulheres?

Muitas meninas começam a ter acesso a militância feminista sem saber onde está se metendo...
LibFem
Militou toda

A gente luta pra que todas as pessoas tenham uma vida digna, equilibrada, com seus direitos e deveres assegurados, tudo por um viés de gênero. Assim é o feminismo. Acreditar que a mulher deve ser equiparada (não igualada) ao homem é acreditar que isso é bom pra todos (afinal, o feminismo também é benéfico aos homens - assunto pra outro post).

Ser feminista é entender que existem "minorias" (no sentido social da palavra) que precisam de atenção, é lutar contra as opressões de gênero mas também de cor (racismo), credo (intolerância religiosa) e classe social (exploração do trabalhador).

Ser empática com causas anti-homofobia, anti-transfobia, anti-gordofobia, sobre discriminação de pessoas negras e pessoas com deficiência... enfim.

Ser feminista hoje em dia não é só querer direitos iguais, é ir na raiz do problema, é lutar por tudo mencionado acima. É fazer parte de uma sociedade e lutar por ela, é principalmente passar por cima do seu EGO.

O Feminismo LIBERAL prende-se apenas a pautas identitárias, não mergulha nas raízes dos problemas nem trabalha com a realidade. Por isso muitas meninas são seduzidas pelo LibFem, porque do alto de seus privilégios não conseguem enxergar as mazelas da sociedades, nunca viveram essas dificuldades e acham que com sua vida ganha, não precisam de mais nada.

É por isso que sou CONTRA discursos de empoderamento baseados em conquistas pessoais e/ exibição de corpos femininos (tão valorizados pelo feminismo liberal). Vivemos em sociedade e a devemos lutar por todos, passar por cima de nossa individualidade quando necessário.

Quando critico uma mulher por mostrar a bunda, não é por machismo, inveja ou qualquer merda que vocês acreditem. É por temer que isso torne-se símbolo da luta feminista...

Se você se acha bonita e quer mostrar seu corpo, faça isso pela sua auto estima (caso ache necessário). Não venha empurrar conversinha de empoderamento porque para o patriarcado somos meros pedaços de carne. Tente não reforçar isso 🙁

Sei que corro o risco de perder amizades por conta desse posicionamento mas estou cansada demais pra discutir e de homens nos tratando como merda.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Vamos falar de Direitos Trabalhistas?

Eu não sou nenhuma especialista em Direito do Trabalho mas resolvi trazer até esse Blog um vídeo alerta para ser assistido antes da Eleição de domingo.



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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Incêndio no Museu Nacional e suas consequências...

Valor Sentimental do Museu Nacional
Incêndio no Museu Nacional no Rio de Janeiro
No dia 03 de Setembro de 2018 um incêndio destruiu quase todo o acervo do Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, aqui no Rio de Janeiro. Ainda estão sendo investigadas as causas do ocorrido, e muito tem sido falado sobre as obras perdidas: são mais de 20 milhões de itens irrecuperáveis, alguns com mais de 10.000 anos.

Contudo, há que se ressaltar a importância histórica e sentimental sobre este Museu: Com certeza o Museu Nacional é aquele lugar que foi o primeiro de muitos moradores do RJ. De fato, o Museu Nacional foi o primeiro museu que estive na vida e deixa memórias muito fortes na minha mente.

Valor Sentimental do Museu Nacional
Restos da destruição

Fiz um vídeo sobre este assunto e vocês podem entender melhor do que estou falando: Confiram abaixo!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

A falta de motivação diante do discurso empreendedor e suas consquências

Tenho notado nos últimos tempos uma ferrenha crítica à atividade empreendedora no Brasil, principalmente por parte de camaradas comunistas. Antes de me definir como socialista ou comunista, eu sou uma anti-capitalista. Vivo essa realidade e sei que é um sistema falho, discriminatório e excludente, sempre serei contra essa desigualdade. No entanto, se estamos vivendo no capitalismo, precisamos pagar nossas contas, e é aí que entra o empreendedorismo (e deveria entrar a compreensão por parte da esquerda).

Crítica ao discurso anti meritocrata
Você acha mesmo que essas pessoas fazem isso só pra aparecer?
O pequeno empreendedor jamais deverá ser comparado ao empresário que frauda, suborna e sonega. O pequeno empreendedor sou eu ou você fazendo malabarismo pra pagar as contas, batendo cabeça diante da concorrência, acreditando sim no discurso meritocrata porque simplesmente não há outra opção.

Quando fiquei desempregada em 2015 decidi vender bolinhos e sobremesas nas ruas e foi muito difícil aceitar que eu, uma pessoa graduada, estava fazendo isto. Por mais que a gente saiba que trata-se de um emprego digno, a gente fica desanimada. Tentei não fazer durante um tempo mas quando a necessidade bateu na porte eu fui, sem pensar muito, pois problematizar sobre as desigualdades sociais e sobre o capitalismo iria me fazer desanimar mais ainda. Existem momentos da vida que nós precisamos parar de pensar e refletir tudo academicamente pois o bolso ainda é o "órgão" que mais dói no nosso corpo. 

É perigoso pra nós da esquerda empregar essas frases do tipo "Empreendedor nem é gente" pois as vezes não existe outra opção pro desempregado. Não incentivo a hipocrisia semeada pela direita de que o sucesso se obtém somente através do esforço, mas também não devemos nos acomodar diante dessa crise difícil no país e nos afundar mais e mais em dívidas: o discurso empreendedor cresceu em conjunto com essa crise maldita criada pela direita, precisamos dar a volta por cima.

A falta de motivação diante do discurso empreendedor trás como consequências uma sociedade estagnada e submetida ao imperialismo, à dominação e falta de iniciativas. É mais saudável que saibamos equilibrar as duas partes do que somente incentivar a crítica ao capital. Se empreendedor nem é gente, não espere deles uma chance de trabalho. Espero que não encarem isso como apoio às políticas capitalistas que infelizmente permeiam nossa sociedade, é apenas um desabafo de quem vê na educação a única esperança de melhoria.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Terceirização irrestrita do trabalho no Brasil

Em 2015 eu trabalhei num escritório em que pegava 3 ônibus (2 entupidos) pra chegar no pior lugar do RJ: Barra da Tijuca.

Acordava as 5h da manhã, fazia essa via crucis e muitas vezes corria (literalmente) pra chegar antes das 8:30h. Enquanto isso, outras funcionárias iam de carro, se maquiavam e se embelezavam porque moravam por ali mesmo.

Como funciona a terceirização

Eu ouvia piadinhas todos os dias sobre minha aparência, meu corpo, meu cabelo e minhas roupas. Tudo que eu fazia era olhado com um ar de reprovação misturado com pena e deboche. Não sou um floquinho de neve especial: isso também acontecia com outros funcionários.

A princípio eu sentia que era minha culpa, que estava neurótica, porque tudo era sutil, e eu achei que era coisa de minha cabeça. Outra funcionária que morava mais distante me enchia os ouvidos com discursos meritocratas pra me fazer acreditar ser normal ter curso superior e ganhar a miséria que eu ganhava. Ela queria deixar claro que bastava eu me esforçar, um dia eu chegaria onde ela chegou.

Eu chorava todas as noites ao chegar em casa porque sabia que aquilo ali não era meu lugar. Eu não podia respirar de um jeito diferente sem que virasse motivo pra deboche. Eu pensava em meios pra melhorar meu currículo, fazer pós, cursos, qualquer coisa que me fizesse crescer na empresa, e em troca tomei um belo pé na bunda. Eu fazia tudo que os chefes pediam, até resolver problemas pessoais, inclusive.

Mas no final eu sempre soube: não nasci para aquele lugar, não nasci para aquelas pessoas. Elas passavam o dia ofendendo minorias, falando do quanto o PT estragou o país enquanto planejavam publicamente suas viagens a Paris. Nunca vi reclamar de crise e gastar 300 reais num almoço. Agora vocês sabem porque eu sou DE ESQUERDA. Não existe espaço para pessoas como eu no capitalismo.

Sei que não devemos usar experiências pessoais como militância, mas como viver numa sociedade que diz valorizar meritocracia e não reconhece seu esforço? No final das contas você sempre acaba perdendo sua vaga para alguém mais bonito, mais jovem, com mais recursos e que esteja disposto a fazer o mesmo por menos. Assim age o capital, assim é o "livre" mercado.

Por que estou postando isto hoje? Porque é pra esse destino que caminha o Brasil. Enquanto essa lei permitir terceirização de qualquer tipo de serviço, nós trabalhadores nunca teremos segurança de nada. Sempre perderemos nossas vagas para o "sobrinho" do chefe.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Trabalho no Mundo Contemporâneo - A História do Trabalho no Brasil

Anteriormente postei aqui neste blog dois textos com a temática do Trabalho ao longo da História (ou Trabalho no Mundo Contemporâneo) num aspecto amplo, mundial. Confiram aqui e aqui.

Hoje quero dividir com vocês alguns conhecimentos a cerca do trabalho e da industrialização especificamente no Brasil.


O trabalho rural (agropecuário) sempre foi forte no Brasil até a década de 1930. No cenário mundial, percebia-se a crise iniciada nos EUA por conta da Quebra da bolsa de valores de Nova Iorque em 1929, bem como uma Europa se recuperando no pós guerra e com pouco dinheiro disponível. No Brasil, a Revolução de 1930 fez os governos locais (estaduais e municipais) perderam força centralizando-se no governo federal.

Isto implicou na aceleração da industrialização e aumento do fluxo migratório campo ==> cidade. Getúlio Vargas inicia seu governo fazendo concessões ao setor cafeeiro e investindo em setores de base, como o siderúrgico, por exemplo. A modernização era visível e Vargas concentrava cada dia mais poder em suas mãos.

No cenário mundial, graças as crises iniciadas na década de 1930, os sindicatos e setores trabalhistas fervilhavam conquistando o apoio de trabalhadores: o socialismo, através de partidos comunistas, começou a ganhar voz e no Brasil nasceu o "Getulismo".

Diante do crescimento das demandas trabalhistas e setores industriais, Getúlio Vargas objetivava conquistar apoio da população: criou assim a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1º de maio de 1943: um compilado de leis, usado até nos dias de hoje, discriminando direitos e deveres dos trabalhadores.

Era consenso que patrões e empregados possuem uma distância enorme. Entre outras palavras, até hoje notamos como o trabalhador se sente impotente diante do poder de seus chefes. Dessa maneira a Justiça do Trabalho se firmou como órgão de suma importância pra assegurar os direitos dos trabalhadores.

No Direito trabalhista, a figura da Tutela é a proteção estatal para que não haja total liberdade negocial entre patrões e empregados, de modo que deve-se obedecer o previsto em lei. Ainda que haja consenso entre ambas as partes, o estado entende que são partes desiguais, visto que a patrões podem chantagear, manipular e explorar seus trabalhadores em situações de Hipossuficiência.

Ocorre que, em períodos de altíssimas taxas de desemprego, falta de compradores e importadores, muitas empresas tentam flexibilizar os direitos dos trabalhadores para que não haja prejuízo. Isso faz com que setores da esquerda se sintam desrespeitados já que almeja-se poder nas mãos dos trabalhadores. Como lidar em casos assim? Deve-se colocar o acordado acima da lei?

Tal situação fez com que fábricas mudem-se de país em país, buscando sempre se estabelecer onde a lei trabalhista é liberal. Assim é nomeada a Flexibilização Geográfica.

Nos países considerados "primeiro mundo" é comum que  a população trabalhadora ativa no setores primários (agropecuária e criação de animais) seja menor em comparação a países subdesenvolvidos. Mas isto acontece não por falta de fazendas e colheitas mas sim pelo excesso de maquinário no lugar de gente. Como consequência disto a população economicamente ativa tende a diminuir, pelo menos no campo.

No Brasil e no mundo o medo é que esse avanço tecnológico afete outros setores também. Os trabalhadores bancários, por exemplo, estão perdendo espaços para máquinas de auto atendimento. Sendo assim podemos admitir a existência de três tipos de desemprego:

  • Desemprego Friccional: Aquele mais comumente conhecido, em ocasiões simples onde uma empresa necessita de um funcionário específico para determinada tarefa, mas ainda não o possui;
  • Desemprego Conjuntural: São aquelas demissões em massa decorrentes de crises financeiras, como em períodos de chuva prejudicial à colheitas, por exemplo. Tendem a ser temporários e flutuam entre altos e baixos nas sociedades;
  • Desemprego Estrutural: É a verdadeira extinção de vagas de trabalho. O mais comum é ocorrerem por avanço tecnológico;

Como consequência do desemprego estrutural vende-se a falsa ideia de empregabilidade, que é o pensamento de que se uma pessoa está desempregada a culpa é da falta de profissionalização dela, e não das falhas no mercado de trabalho. Alguns defendem até a redução da jornada de trabalho comum no Brasil (40 - 44 horas semanais) como meio de aumentar a oferta de vagas de trabalho. Esta seria mais uma maneira de flexibilizar leis trabalhistas.


Privatizações, terceirizações e parcerias

Na década de 1990 o Brasil entrou na onda das privatizações de empresas antes estatais, como a Usiminas, a Vale do Rio Doce, etc. A desculpa para tantas vendas foram que o serviço público e estabilidade dos funcionários geravam comodidade e queda na qualidade dos serviços. Ocorre que muitas das empresas privatizadas mostraram ao longo do tempo a mesmíssima prestação de serviço. Um exemplo é o antigo BANERJ que foi comprado pelo Itaú: as filas e o atendimento lento diminuíram? Não!

Outro fenômeno bastante usado e fortalecido pelas parcerias público-privadas foram as terceirizações. Se antes todos os funcionários de uma empresa (empregados produtores, serviços de limpeza, serviços de alimentação) eram representados por um único sindicato passaram a ser representados por uma empresa diferente que terceiriza seu serviço. Isto enfraquece o aspecto unitivo dos empregados dificultando greves e protestos em casos de abuso. Ocorre assim o fenômeno conhecido como Reestruturação Produtiva. De certa forma a terceirização contribuiu para a queda nos salários dos funcionários eis que é preciso pagar a empresa terceirizadora.

Algumas empresas apelam atualmente para a produção flexível: seus funcionários trabalham de acordo com a demanda de encomendas e em certas épocas trabalham mais ou menos, de acordo com seus bancos de horas. Os desejos dos clientes tornam-se norte para a produção e a Qualidade Total o principal lema da empresa.

Essa filosofia é falha no momento que só cobra do empregado o dito empenho, eis que ele precisa de um ambiente favorável a criação. O correto seria o empregador proporcionar os meios para conforto e criação impecável, e também estender-se aos outros funcionários, já que a uma produção não depende de uma única pessoa.


Economia Solidária

Atualmente com o crescimento do desemprego estrutural notamos uma certa iniciativa para evitar as pessoas no olho da rua, que seriam o tomamento de empresas falindo por seus funcionários. As cooperativas de trabalhadores unidos em serviços igualitários crescem cada dia mais como maneira de manter-se ativo, consequentemente manter tais vagas.

As pessoas sentem que sindicatos não são mais capazes de manter seus empregos pois a extinção de vagas de trabalho tem ocorrido com o avanço tecnológico. Hoje em dia no Brasil cresceu bastante o número de empresas tocadas pelos próprios trabalhadores e apenas 5% delas é limitada a consumo dos próprios operários.

Um dos pontos fortes da economia solidária é a recuperação de empresas falidas, a maior parte delas concentra-se no nordeste brasileiro, região super atacada pelo desemprego.



Referências bibliográficas:

1. DELGADO, Maurício Goldinho. Capitalismo, trabalho e emprego. São Paulo: LTR, 2005.
2. MARRAS, Jean Pierre. Relações trabalhistas no Brasil. São Paulo: Futura.
3. PINTO, Bernadete E. de Rosa. A flexibilização das relações de trabalho. São Paulo: LTR, 2005.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Trabalho no Mundo Contemporâneo - parte 2

Esta postagem é uma continuação da primeira (veja aqui) onde eu resumi alguns pontos importantes sobre as relações de trabalho ao longo do tempo. Naquele dia não pude continuar, mas hoje vim concluir alguns pontos de destaque.

Nós conseguimos perceber que a alternância de poder e de modelos econômicos é muito importante pois como falei na postagem anterior, todos têm falhas e tendem a saturar-se.


O Neoliberalismo

Foi instaurada a ideia de bem estar social, onde o empregado obteve mais direitos e conforto. Contudo, isto gerou uma certa comodidade e lentidão no progresso, de acordo com alguns governantes da época. Entrou aí em cena o Neoliberalismo.

Margareth Thactcher no Reino Unido e Rolnald Reagan nos EUA assumiram o poder na década de 1980 e foram nomes importantes nesse sistema econômico. Ambos defendiam a liberdade das relações econômicas e a ausência do Estado nas relações trabalhistas. Entendiam que assim incentivariam os trabalhadores mais esforçados e fariam a máquina econômica crescer.

Suas propostas eram basicamente: menos aposentadoria pública (de preferência, sua privatização), menos auxílios trabalhistas no geral, bem como a privatização de empresas e serviços.

A queda da União Soviética contribui para que o neoliberalismo ganhasse popularidade na época. Ideais competitivos assim se popularizavam. Mas este modelo não pôde continuar pra sempre e até hoje vemos reflexos positivos, mas também negativos.

Algumas críticas ao liberalismo econômico e ao neoliberalismo são baseadas na crueldade e desumanidade que pode ocorrer ao não levar em conta o bem estar dos menos favorecidos. Embora deva-se valorizar o esforço do trabalhador empenhado, garantir conforto aos outros trabalhadores também é de suma importância para que não haja crescimento da violência, roubos, desigualdade social, etc.

Nem todos os trabalhadores rendem da mesma maneira, mas dos que não rendem, nem sempre é por falta de empenho. As condições de oportunidades pra cada pessoa deve ser levada em conta ao comparar-se ritmo de trabalho. Esta é uma das maiores críticas ao liberalismo econômico.


O Empreendedorismo

Atualmente a taxa de desemprego é grande na Europa e os mais jovens são os que sentem com mais força. Existe uma categoria conhecida como "inempregáveis" que são pessoas com pouca ou nenhuma qualificação profissional que não tem como investir num curso de profissionalização e/ou graduação. Isto também ocorre no Brasil e está cada dia mais comum, infelizmente. Diante da modernização das máquinas e robótica, a tendência é só piorar. Certos ramos já pararam de crescer, como o sistema bancário, por exemplo, dificultando a criação de novas vagas de emprego.

Deste modo despertou-se a ideia de criar uma alternativa de renda própria. O empreendedorismo é o conjunto de iniciativas nesse sentido. O SEBRAE - Serviço Brasileiro de apoio à pequena e microempresa - é uma instituição focada a ensinar e amparar esses pequenos empresários. Outro modo bastante popular de iniciativas de trabalho é a união por meio de cooperativas.

As cooperativas ocorrem por união de força de trabalho (conhecida vulgarmente como "coopergato") ou por união de "conhecimento", trabalho, entre pessoas com o mesmo nível intelectual, exercendo atividades similares. Este modelo mencionado é mais próximo das antigas tradições europeias do séc. XIX.

As pessoas da era contemporânea estão passando pelo desafio da criação de novas oportunidades de trabalho e em certos casos até voltando aos modelos mais antigos, onde a produção integral de certos bens era concentrado na mão de uma única pessoa. Assim é o mercado de trabalho, sempre modificando-se, com seus altos e baixos.


Espero que tenham gostado do texto e que estes resumos ajudem as pessoas que cursam esta disciplina na faculdade, bem como aos interessados em saber mais sobre relações de trabalho ao longo do tempo.

Referências bibliográficas:
1. DELGADO, Maurício Goldinho. Capitalismo, trabalho e emprego. São Paulo: LTR, 2005.
2. MARRAS, Jean Pierre. Relações trabalhistas no Brasil. São Paulo: Futura.
3. PINTO, Bernadete E. de Rosa. A flexibilização das relações de trabalho. São Paulo: LTR, 2005.